Na história da mãe que tentou vender os filhos através do facebook eu até entendo o acto em si (entender não quer dizer que concorde ou ache bem). O que eu não entendo é o motivo...
quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
RB+RB= :)
Se há coisa para a qual me ajeito é para quebrar o gelo. Não tenho dificuldades em encontrar o tema de conversa, as palavras que devo usar, o tom em que as devo dizer.
Contudo, há "quebras" mais fáceis que outras... porque há gente (miúda e graúda) muito fechadinha na sua concha, muito escondidinha na sua carapaça.
Hoje consegui quebrar o gelo com o Rúben. Foi fantástico, tendo em conta que só tivemos ainda quatro sessões e que ele é um pré-adolescente filho único (e que recentemente viu o seu primo/praticamente irmão/melhor amigo ir embora do país - mais um filho de Portugal que a crise mandou embora!).
Adorei, claro, pela conquista. Mas adorei ainda mais por começar a perceber o miúdo interessante que ele é. Daqueles que são o meu tipo: activos, radicais, sensíveis e com humor.
Já há harmonia e empatia entre nós. E eu, que sou moça de reparar nestes tiny details, digo que outra coisa não seria de esperar, uma vez que partilhamos as iniciais dos nossos nomes: R B! Love it!
O amor é mesmo a melhor das inspirações, das motivações, das energias e das forças.
E eu, que estou apaixonada pelo meu trabalho e não vejo outra coisa à frente que não o meu baby (o meu mais recente e, ainda embrionário, projecto), sinto-me super inspirada, motivada, energética e forte para fazer sempre mais e melhor até à meta!
Sinto-me mesmo abençoada (se é que há isso de bênçãos) por conseguir apaixonar-me por tanta coisa e, em todas elas, de forma tão intensa e envolvente.
Amanhã há nova ida a Coimbra para tratar de questões relacionadas com o espaço... Vai ser mais um pontapé que o meu pequeno bebé vai dar! Vai ser fantástico!
Não entendo...
... o porquê de se fazer sigilo em relação ao sexo do bebé de Kate Middleton e do Príncipe William.
É que não é daquelas coisas que se não se souberem agora nunca se saberão... quando a criança nascer tudo o que tiver que acontecer, acontecerá e tudo o que tiver que ser dito, dir-se-à... Não revelar o sexo da criança real agora é só estar a retardar o inevitável... Por isso não entendo...
terça-feira, 12 de março de 2013
Pensamento do dia
Tenho tanto para dizer, tanto que gostaria de postar mas, felizmente, falta-me o tempo.
Para a semana os crianços ficam de férias e aí já consigo dispor de mais algum tempo livre.
Por ora, fico-me com esta minha reflexão de hoje:
Neste momento, Igreja e Política são uma como a outra: pântanos sombrios e lamacentos em que quem neles entra não se consegue livrar do lodo, da sombra, dos olhares de jacaré dissimulados na vegetação densa, secreta, impenetrável e não tem outra alternativa que não a integração amorfa naquele(s) habitat(s). Futuros Papa e Primeiro-Ministro, sejam eles quem vierem a ser, não vão ser mais do que criaturas do pântano, verdadeiros crocodilos de lágrima no canto do olho. Futuros Papa e Primeiro-Ministro não vão trazer mudança nenhuma aos habitats a que pertencem, de tão grudados que ficarão no seu próprio lodo, refugiados no conforto da sombra impessoal que a sua camuflagem lhes permitirá.
É por isso que me interessa tanto a decisão do Conclave como as sondagens para as próximas Legislativas... porque os crocodilos podem mudar de pele mas não deixam de ser crocodilos. Com a porcaria da lágrima no canto do olho!
segunda-feira, 11 de março de 2013
Bieberfever
A adolescente portuguesa - análise sociocultural
Lisboa, 11 de Março de 2013:
- quem está no Pavilhão Atlântico está a viver o dia mais feliz das suas vidas;
- quem não está no Pavilhão Atlântico está a viver o dia mais triste das suas vidas.
P.S.: Justin Bieber actua hoje em Lisboa.
P.S.: Para todos os residentes e trabalhadores no Parque das Nações, Lisboa e arredores num perímetro de 70km, daqui segue uma palavra de conforto e um pack de tampões auriculares. Bem hajam!
domingo, 10 de março de 2013
:/
E pessoas manipuladoras? É mau!
E o que elas me deixam incomodada? É péssimo!
E o que eu me chateio comigo mesma por não conseguir ser indiferente e não ficar afectada por isso (mesmo se não tem a ver comigo?!)? É terrível!
Just an outstanding Sunday...
Após um telefonema do Alex, mudança súbita de planos. A noite passada foi de distúrbios (o Thomas foi mandado parar pela polícia e, como tinha álcool no sangue - 1.19!! - foi multado e perdeu a carta) e tínhamos que ir em missão de amizade.
Assim sendo, não houve dança nem conversão de J.
Mas houve um final de dia juntos dos sobrinhos Edu, Laura e Vasco que deu ao dia um ar de ternura.
Ao Domingo...
Tarde de chuva e frio mas não vamos ficar por casa. O J vai a uma sessão com o Alex e eu adorava estar lá para me rir com as tentativas (vãs!) de converter o querido. Mas ao mesmo tempo vai haver um espectáculo de dança a que gostava muito de assistir por lá irem actuar algumas das minhas piquenas. E ia muitíssimo bem acompanhada com a afilhada grande mais linda do mundo.
Indecisões bem ao estilo de Domingo... pacatas e com 100% de lazer e diversão.
sábado, 9 de março de 2013
Cansaço feliz
Manhã de trabalho, tarde de limpezas em casa e noite de festa de aniversário do Zé e do Xoxa.
O trabalho foi intenso (e, por isso, fantástico!), as limpezas foram meticulosas e a festa de aniversário vai ser uma daquelas noites com amigos de sempre em que há tanto para recordar que eu não me consigo calar um segundo e não paro de rir.
Com este cenário parece-me que amanhã vou estar cansada de tão feliz que sou!
sexta-feira, 8 de março de 2013
Dia da Mulher - gifts and party
J sabe que eu adoro flores e que aprecio sempre que recebo uma.
J sabe que eu fotografo sempre os ramos que recebo e que os preservo (com a infalível técnica de lacagem) por não gostar de receber prendas que depois "desapareçam".
Mas J também sabe que eu lhe disse, há anos atrás, que preferia que ele não gastasse dinheiro em ramos, que uma simples flor colhida de um qualquer jardim era, para mim, um simples, barato e igualmente agradável modo de me felicitar por alguma coisa.
J decidiu, neste dia da mulher, oferecer-me um bonsai porque, nas palavras dele, eu só disse que preferia não receber flores mas que nunca disse que não gostava de receber plantas (por norma, as deduções dele são sempre de uma lógica infalível!).
J sabe que eu pretendo, aquando da mudança para a casa nova, ter um jardim interior de tema japonês e esta prenda, diz ele, é uma das prendas progressivas que nós tanto gostamos de oferecer um ao outro. Ou seja, oferecer algo que por si só sirva como presente mas, também, que venha a integrar um presente ainda maior.
Bonsais cá em casa já há dois, um que comprámos por ter exactamente a mesma idade que o nosso namoro (na altura estávamos nos sete anos e nove meses) e outro que foi o nosso porta-alianças no casamento (por simbolizar a eternidade e uma vez que o nosso tema de casamento foi o Japão, fazia todo o sentido e, além disso, era muito giro - a ideia foi mesmo muito elogiada pelos convidados e amigos!).
Este bonsai que hoje recebi foi o maior que alguma vez tive e adoro-o.
Obrigada, J! <3
Agora, para acabar o dia em beleza, vou jantar e sair com as amigas, na onda do girls night mas sem strips e histerias.
O poder da palavra
"O poder da palavra" é uma frase que despoleta 47229 conversas e que é tema para dar que falar durante 398403942 horas.
Mas não é sobre isso que vou falar...
Há palavras ou frases que por serem ditas por quem as disse, no momento em que foram ditas (e, até, pela maneira como foram ditas) são capazes de fazer mudar toda uma vida.
Felizmente eu ouvi, em tempos, uma frase que mudou toda a minha vida e lhe deu um rumo decidido e obstinado. Até hoje, esse rumo trouxe-me a bom porto e eu sei que é ainda apenas o início.
Keep calm and be a Woman
Gosto do Dia da Mulher como gosto de todos os dias, quer se comemore alguma coisa ou não... É apenas só mais um dia (dirão alguns e eu não deixo de concordar) mas uma vez que lhe decidiram atribuir uma efeméride eu alinho. Porque sei que somos mulheres todos os dias e que todos os dias fazemos os grandes feitos que os outros elogiam em nós mas isso não impede que o comemoremos. E porque eu acho (sempre achei) que as coisas boas devem ser comemoradas, assinaladas.
Por isso, hoje comecei o dia por enviar sms às quatro mulheres da minha vida que mais merecem ser elogiadas pelas Mulheres que são. E logo vamos todas jantar. E vai ser fantástico porque somos mulheres e é o nosso dia (como todos os outros o são e também enviamos sms's fofinhos e jantamos, certo?).
Por isso, este é só mais um dia em que somos nós mesmas, mulheres.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Excelente dia. Daqueles que correm tão bem que, mesmo ao final do dia, sentimos-nos tão completos e preenchidos que parece (ou será mesmo?) que ganhamos o triplo da energia.
Mesmo que esse seja o dia em que o primeiro-ministro anuncia que pretende reduzir o salário mínimo nacional e que se descobre que alguns produtos alimentares do Ikea contém fezes de animais!
Não sei, por experiência própria, o que é viver com o salário mínimo nacional e sentir na pele o que é andar com o dinheiro tão contado que um simples café se torna um luxo. Mas sei que não é fácil, que obriga a uma ginástica orçamental de grandes dimensões e que é assunto que provoca insónias e stress e depressões. Viver com o ordenado mínimo é coisa para matar à nascença qualquer sonho que uma pessoa tenha, por vezes uma simples semana de férias.
Juro que admiro e valorizo muito quem consegue gerir um salário mínimo durante todo um mês, quem se priva de praticamente tudo o que não sejam bens essenciais, quem se proíbe de um miminho por mínimo que seja por não ser uma prioridade.
Juro que isto me deixa bastante angustiada.
Juro também que, apesar de pacífica e tolerante, hoje me indignei ao ouvir que Passos Coelho propôs uma redução do salário mínimo nacional. Nem falo no facto de esta ser uma medida totalmente oposta aquela(s) que o mesmo senhor disse que iria implementar. Indigno-me porque isto é mais que desrespeito pelos problemas dos outros. É exigir-lhes que desafiem as leis da Matemática e consigam viver com o pouco e escasso que lhes é permitido! E isso tira-me mesmo do sério!
Juro que isto me afectou ainda mais pelo facto de ontem termos recebido a visita de um amigo que vive em Londres há três anos e que mostrou, bem por dentro e ao pormenor, com funciona um país civilizado, humano e desenvolvido.
Juro que me tira do sério o facto de olharmos para alguns dos países africanos, asiáticos e ilhas espalhadas pelo Pacífico como subdesenvolvidos quando, na verdade, estamos ao nível deles. Sim, não há (tantas ou tão boas) escolas, o sistema de saúde é o que se sabe, os apoios não existem, a sociedade tem escória... mas o que dizer do nosso país? Vão-me dizer que connosco está tudo bem? Que damos e que recebemos de volta? Que sabemos que, quem de direito, nos vai apoiar quando precisarmos? E que não temos fome, miséria, pobreza extrema?
Percorremos o percurso inverso ao que deveríamos percorrer... e não acho que a culpa seja da crise...
quarta-feira, 6 de março de 2013
Há tanto para saber...
Eu decidi que durante este ano de 2013 os meus gastos com livros seriam destinados (com excepção para prendas) única e exclusivamente à temática da gravidez, cuidados e recomendações com recém-nascidos, desenvolvimento infantil e tudo o mais que uma pessoa começa a querer saber quando decide ter um baby.
Para tal, para além da aquisição mensal da Pais & Filhos, resolvi comprar algumas bíblias da maternidade.
Por enquanto, são estes os que já tenho cá em casa:
Parece-me que já tenho leitura para os próximos dois anos.
O que se chama...
... a uma pessoa que fica uma hora a mais no seu novo local de trabalho só para ficar a fazer listas de tudo o que precisa de fazer, comprar, adequar e organizar?
Será qualquer coisa entre o paranóico soft, o organizado e meticuloso. Ah, já sei. A essa pessoa chama-se Raquel.
Abril, eu sei que trazes águas mil, mas chega depressa!
O sucesso já é, só por si, uma excelente recompensa. Mas nós gostamos sempre de um miminho que nos relembre do quanto é bom esforçarmos-nos por algo.
Cá a casa esse mimo chegou pelas mãos do querido e não me podia deixar mais contente. É uma prenda para dois, que ambos vamos adorar. Só é pena termos que esperar por Abril... É na boa mas... quanto falta para Abril?
Rainy days are for good ideas
A chuva:
- dificulta e torna mais perigosa a condução e o circular nas estradas;
- torna os passeios escorregadios;
- transforma o meu cabelo encaracolado num afro sem estilo;
- não torna os dias propícios a grandes limpezas nem a trabalhos outside;
- atrasa consideravelmente as obras na casa nova;
- dá mais um tema às pessoas para terem conversas desinteressantes (e me aborrecerem com isso);
- faz perder chapéus de chuva;
- deprime as pessoas à minha volta de maneira generalizada (sem que isso se torne, de verdade, um problema).
A chuva faz isso tudo e, sinceramente, não me afecta.
O que me afecta é que, derivado à intempérie, os pescadores tenham que ficar em terra e não possam trazer o peixe fresco até junto de nós. E que, por causa disso, o salmão esteja a 12€/kg. E que o peixe, de uma maneira geral, fique mais caro.
Isto é o que me aborrece.
Ainda assim, não é nada de grave e que não se ultrapasse. E tem o lado bom de me fazer puxar pela cabeça para inventar uma receita saudável para o jantar que não fique tão cara que mais compense ir ao restaurante ou comer um quilo de camarão.
P.S.: Umas argolinhas de lula salteadas com vegetais selvagens, parece bem? É que vai ser o jantar de hoje.
terça-feira, 5 de março de 2013
Chuva...
Nos anos passados, como não tinha que passar muito tempo na rua, a fuga à chuva resolvia-se com uma corrida ou uma marcha em passo super acelerado. Mas este ano, embora continue sem passar muito tempo na rua, não me safo se não comprar o belo chapéu de chuva... É que chove mesmo a sério, com pingas gordas e muitas. Muitas.
Tenho um chapéu de chuva giríssimo da Agatha Ruiz de la Prada que comprei há uns anos e que gosto muito por ser colorido e "matar" o cinzento do céu nos dias que correm... Acontece que, na altura, só pensei no lado prático do transporte deste ex-libris de inverno e optei por um daqueles que se encolhem e cabem perfeitamente nas minhas malas L. Dez minutos depois de o utilizar pela primeira vez percebi que um chapéu de chuva se quer enorme ao quadrado.
Pois então que quinta-feira lá vou eu buscar o muito ansiado chapéu de chuva... Vi uns na Dica da Semana dos quais gostei do tamanho, em primeiro lugar, e das cores disponíveis. Custam 4.90€ e são perfeitos para mim. Tão perfeitos que acho mesmo que vou comprar dois. Ou talvez três. Para acumular stock. Assim como assim, o mais provável é que me durem o resto da vida... e por "resto da vida" quero dizer "a próxima vez que me esquecer dele em qualquer lado".
A minha insónia crónica ou O Calvin que há em mim
Ele diz que eu não ligo ao que ele diz. Mas eu ligo. E não só ligo ao que ele diz como até tenho ideias magníficas derivado do que ele diz.
Ele não sabe nem sonha qual foi a ideia que tive. Mas vai adorar! E eu já ando a adorar estar a prepará-la.
Ontem, ao deitar:
Eu (em posição Tom Sawyer)
Ele: Não queres adormecer?
Eu: Só depois de acabar de pensar.
Ele: ........... (murmurou qualquer coisa que eu interpretei como se fosse um "Se os nossos filhos sairem a ti estamos tão tramados!!)
segunda-feira, 4 de março de 2013
E porque falei em preconceitos no post anterior veio-me à ideia o lookbook de apresentação de algumas peças da nova colecção PV 2013 da Desigual.
É que o mesmo começa com a imagem de duas raparigas a beijarem-se.
Pode haver coisa mais Desigualmente interessante e arrojada? (Bem, poder até pode mas a malta da Desigual sabe que abusar só mesmo nos estampados e nas texturas).
Bem esgalhado, Desigual!
Chineleiras... you assholes!
Novo trabalho, a mesma conclusão de sempre: a raça das chineleiras não está em vias de extinção...
Eu não digo que isso não mexe comigo no sentido de me deixar perplexa com a tamanha lata de certas pessoas... porque mexe. Mas não é isso que me tira a pica para abraçar com firmeza os novos desafios, sem olhar a juízos de valor mesquinhos e ideias preconceituosas
domingo, 3 de março de 2013
Love yoooouuuuuu!
Amar alguém é estar cheio de fome e ter que esperar e ainda aguentar uma viagem até Coimbra para, finalmente, comer O risotto de frutos do mar!
P.S.: Amar alguém é, também, correr todo um shopping atrás da amada em busca de uma mala que imaginou mas nunca viu à venda em loja nenhuma.
sábado, 2 de março de 2013
What?!
Comprar o Fifa 13 e receber merchadising do PES está, para mim, como comprar um BMW e receber um porta-chaves da Mercedes...
sexta-feira, 1 de março de 2013
Adoro a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.
Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova.
Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.
Adoro a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.
Love is a foolish game
O que nos rimos quando o J decide imitar-me e eu faço gestos e digo coisas que quero que ele me faça e diga... Um momento lindo de ternura e cumplicidade que recordo ao pormenor num cantinho especial do meu pensamento.
O amor é dos tolos!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Vida cheia
20h15: chego a casa, vinda de um dia de reuniões em Coimbra com a bestfriend e sócia Rachel
20h17: dou três beijocas ao meu amor, pego no saco da hidro e rumo à piscina
22h10: chego a casa e alapo-me no sofá
22h12: o J traz-me o jantar que amorosamente preparou para nós
22h18: o J traz-me café que gentilmente tirou e açucarou para mim
22h29: saímos de casa com destino a casa do Alex para passar a noite com amigos
Sou feliz!
Adamastores ou eu a ser a velha do Restelo
Qual menina provinciana que vem à cidade grande, hoje, em Coimbra, guardo tudo o que é factura de qualquer migalha que coma ou gotinha que beba.
No meu subconsciente, ando desde que cheguei a ser micada por agentes da AAT.
Ciente da minha (momentânea!) insanidade concluo que agentes da AAT não há nenhuns. Ficam para mim, então, automaticamente definidos como Adamastores... Tememo-los embora os critiquemos. Atrevemo-nos embora os entendamos.
Oh Portugal, o que é preciso fazer para te meter no bom caminho?
Shooting for the stars
Já devia estar deitada, bem enroscadinha no meu amor mas não... O entusiasmo está elevado, as ideias afastam qualquer ponta de sono que ouse aproximar-se e as minhas mãos puxam-me para o computador com uma força louca!
Estou a preparar a ida de amanhã a Coimbra, com a Rachel, para tratarmos de assuntos relacionados com o nosso projecto (o pequeno).
Sinto-me tão bem. Como se a minha aura me estivesse a envolver totalmente, conduzindo-me exactamente a onde quero. Não consigo explicar bem... mas acho que é qualquer coisa do tipo "Estou com uma força interior extraordinária e isso dá-me a pujança para criar, fazer nascer, empreender, concretizar!".
Opá, eu tenho mesmo acreditar que no céu há uma estrela a brilhar para mim!
P.S.: O J contorce-se no sofá, moído de sono... E é assim que o coração de uma pessoa luta contra todo resto do seu corpo (e mente!) e se arrasta para a cama, meia contrariada, sabendo que não vai dormir de tanta energia que as milhentas ideias lhe dão!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Dia bom
Almoço com a Tininha. Delicioso e com direito a sobremesa e tudo. É incrível como ela prepara uma refeição brutal em cinco minutos, dando-nos tempo para pôr milhentas conversas em dia e organizar trinta mil ideias que temos sempre e que vamos pondo em prática nos nossos tempos livres. ADORO!
Tarde passada a tratar de coisas para a casa nova e muuuitas ideias para a decoração! Estou tãaaooo deserta para chegar a essa fase!
Final de tarde de trabalho com miúdo novo. Desafiante mas super recompensador e agradável. Awesome!
Final de ainda mais tarde e recebo uma chamada que vai mudar a minha vida profissional à grande! Começo segunda-feira e já estou em pulgas! Fantástico!
Não vejo como poderia estar mais feliz.
Surpresa à vista?
O meu sexto sentido, ou então apenas o meu conhecimento alargado sobre o sr. meu marido, diz-me que o J anda a tramar alguma.
Desconfio de duas ou três coisas mas há uma desconfiança que ganha mais relevância que todas as outras.
A confirmar-se a minha teoria digo já que mal posso esperar por Abril!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Uma ida a essa Meca que é o Centro de Emprego...
Eis-me aqui acabada de chegar ao Centro de Emprego para fazer não sei bem o quê...
Venho munida de todos os documentos e mais algum que eu achei relevantes (e mesmo assim tenho a certeza que me faltarão quatro centenas deles!), um livro, o telemóvel com bateria a 100% e muita calma e boa-disposição.
Para matar o tempo de espera já tenho dois cafés combinados com amigos que trabalham aqui perto.
Vendo a coisa pelo lado positivo, este dia "perdido" para o Centro de Emprego vai-me permitir almoçar com o J, o que é sempre maravilhoso.
Agora é só esperar que os números avancem à velocidade da luz e que depois disto não me espere (mais) um dia "perdido" na Segurança Social e outro no Notário e outro num sítio qualquer que nem sei que existe mas que nestas alturas aparecem sempre e nos obrigam a um verdadeiro peddy-paper do desespero.
Ah, e se não for pedir muito, espero não ter chamadas de bancos, seguradoras e defesa do consumidor a incomodarem-me com mais uma assinatura, um inquérito de satisfação e por aí fora...
Vai ser um bom dia, este que aí vem.
P.S.: Durante o tempo que demorei a escrever este post a contagem dos números nem mexeu... Suspira, Raquel, suspira...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Have (always) a nice day!
Nada melhor que um final de tarde de trabalho com um miúdo fantástico e uma aula de hidroginástica para terminar um dia que esteve longe de ser sereno e agradável.
E é isto... temos que valorizar os momentos bons que a vida nos traz... mesmo que não venham na quantidade (e qualidade) esperadas.
:(
Eu não consigo mesmo lidar com pessoas que são mal-intencionadas, desonestas e que não são sinceras. Tenho este handicap. Devia ser capaz de lidar com isso mas não sou. E estou infeliz.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
It's Friday, I'm in love!
Esta semana teve muitos pontos altos mas hoje foi, sem dúvida, um dia especial. A cada dia que passa percebemos que a nossa cumplicidade é algo do mais natural possível, como se tivesse mesmo que existir. Estarmos juntos é algo que faz cada vez mais sentido. Aliás, faz com que tudo o resto pareça não ter sentido.
J, amo-te hoje ainda mais do que quando te aceitei na minha vida!
It's Friday, I'm in love!
Com o coração nas mãos...
E de repente sou invadida por um pensamento, vindo sei lá de onde, originado sei lá porquê, que me arrepia e deixa estática por quinze segundos. Já aconteceu por três vezes e é coisinha que me deixa cheia, cheia de medo de vir a ser mamã.
A primeira vez foi quando me imaginei mamã, a segurar o ovo do meu filho e o deixei cair. Horrível!
A segunda vez foi quando imaginei deitar o meu filho no berço e este estar mal montado ou ter sido mal fabricado e cair. Angustiante!
A terceira vez foi quando visualizei mentalmente a cena em que tinha um filho pequeno doente e tinha que lhe dar o comprimido e ao colocar-lho na boca deixei-o atravessado e ele não lhe passou pela garganta. Terrível!
Eu só me pergunto: porquê estes pensamentos repentinos? Será que isto é um presságio de que vou ser uma mãe terrível? Ou será o meu instinto maternal num estado mais avançado que já sente os medos, as preocupações e as dúvidas de ser mãe?
Não sei nada... A não ser que não costumo ser uma pessoa que sofre por antecipação nem uma pessoa que tem dúvidas das suas capacidades. E muito menos sou pessoa de me deixar perseguir por "fantasmas"...
Não sei nada... mas sei que quando penso nisto não consigo não ficar assustada...
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Ditados
"Casa de ferreiro, espeto de pau". O ditado é muito antigo mas cada vez mais actual. Principalmente nos dias que correm, em que o trabalho nos absorve tanto que nos resta pouco ou nenhum tempo para nos dedicarmos àquilo que sabemos fazer.
Mas um outro ditado diz que "Quem espera sempre alcança" e eu esperei, esperei, esperei e esperei que o querido J arranjasse um tempinho para tratar do meu computador. Finalmente, hoje alcancei.
Amanhã lá vai o meu pequeno para o doutor, para ser diagnosticado e tratado comme il faut.
Tenho pena...
... das pessoas que têm necessidade de evidenciar o que há de menos bom na vida dos outros para conseguirem dar (algum) sentido à sua própria vida. É que essas pessoas não podem mesmo ser pessoas felizes. E isso dá-me mesmo muita pena...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
(Our) simple love
Cá em casa vivemos o nosso amor de uma maneira simples, pura e sem pretensões. É por isso que encontramos a felicidade todos os dias, a toda a hora, de muitas maneiras diferentes. Por vezes até numa simples SMS. Por vezes, num simples murmúrio e gestos partilhados pela casa.
É por isso que cá por casa as surpresas e os momentos de cumplicidade são feitos de pequenas e simples coisas.
E é por isso que pequenas ofertas como esta, de pouco valor comercial mas muito valor sentimental, enchem os nossos corações de uma grande felicidade.
Este presente que me chegou pelas mãos do querido ontem à noite é um calendário "lego" que nós montamos e que traz umas peças que nos permite assinalar os dias de comemoração ou em que vai acontecer alguma de especial. Muito giro.
Na verdade, quanto ao ser um calendário tem muitas limitações mas isso são pormenores a que um corazón apaixonado não liga.
P.S.: Amoroso que só ele, o querido assinalou os nossos dias, o 15 e o 26 <3
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Kids are... just kids
Adoro crianças. Mesmo sabendo que fazem birras, que nem sempre têm o temperamento que desejamos, que por vezes arranjam problemas e que, até, nos envergonham... Mas eu vejo sempre para além disso. A sério, tenho para mim que todas têm algo que as torna especiais. Adoro conhecê-las e perceber, para além de todas as ideias prévias, "queixas" dos pais/professores, primeiras impressões..., o que têm de fascinante e distinto de todas as outras.
Felizmente tenho um trabalho que me permite estar com imensas crianças e observá-las quando estão sozinhas ou quando estão a interagir com os outros, quando estão a brincar ou quando estão a estudar, quando estão tranquilas ou quando mostram sinais de insegurança e ansiedade. Felizmente posso perceber como os seus traços de personalidade se manifestam nas suas realidades e como eles lidam com as diferentes situações. Isso faz-me feliz e agradecida pelo trabalho que tenho.
Tudo isto que disse aplica-se também a adolescentes e, no caso destes, o fascínio é ainda maior e o interesse aumenta quase a cada segundo que passo ao lado deles.
A vida é mesmo fantástica e deve-o em grande parte ao facto de todos sermos diferentes e guardarmos o nosso tesouro mais fascinante (a personalidade) de maneiras distintas. Descobri-la torna a nossa existência mais completa e compreendê-la e aceitá-la torna o desafio maior.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Por aqui...
... andamos a realizar sonhos, que é como quem diz programar uma mini-viagem que nos levará a passar quatro dias junto de amigos que a crise mandou lá para fora e dos quais já temos muitas saudades.
P.S.: Podem ser apenas quatro dias, pode ser um destino que ambos já conhecemos e pode não ser a viagem de uma vida mas eu já ando aos pulinhos a pensar que nunca mais chega a hora da partida.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
R.I.P., Valentim
Valentim era o nosso tartarugo. Foi a minha prenda de Dia dos Namorados para o querido em 2011.
Valentim sempre foi um tartarugo preguiçoso, tanto que da primeira vez que hibernou deixou-se ficar assim em modo ronha até meados de Maio, altura em que eu achei que enough is enough e o acordei da sua prolongada siesta.
Valentim deixou esta vida em algum destes dias que passaram. Nós achavamos que ele estava demasiado quieto, mesmo para quem era a quietude em carapaça. Demos tempo para perceber se ele estava apenas a levar a causa da hibernação ao extremo ou se tinha mesmo nadado para o paraíso das tartarugas. Hoje, dia de limpezas e arrumações, ditámos o veredicto: Valentim deixou-nos.
Valentim, que a tua nova vida seja tão tranquila como esta que "hoje" acabou.
Amanhã já o vamos enterrar.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Cookie, a história de uma cadela que queria a todo o custo ser mãe!
Se não se passasse com a minha cadela, eu dificilmente acreditaria que as cadelas também têm gravidezes psicológicas. Mas a verdade é que têm... E a minha já vai na terceira (para que conste, ela tem sete anos). Da primeira vez o filhote dela foi uma bola, da segunda foi um boneco dos seus de brincar e agora vamos lá ver que "cachorro" ela escolhe para ser a sua terceira cria...
Para já, a "grávida" mostra apenas umas tetas ligeiramente inchadas e um estado de espírito mais zen e lamechas (anda impossível, de tantos mimos que pede).
Eu, que peco por ter um sentido de humor muito peculiar, ao presenciar este drama canino só me lembro de uma cena de Sex and the city em que a cadela da Charlotte fica pranha e a Charlotte, que andava desesperadamente a tentar engravidar, desabafa furiosa que à volta dela todas ficam grávidas... menos ela! Será que é assim que se sente a minha piquena de quatro patas?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Serviço Público
E pela primeira vez na vida deste blog, é feito serviço público.
Este link tem a lista de todos os nomes aceites pelo Instituto dos Registos e do Notariado.
Para conhecer e escolher.
Este link tem a lista de todos os nomes aceites pelo Instituto dos Registos e do Notariado.
Para conhecer e escolher.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Eu acho que os dias assinalados como "Dias de..." devem ser comemorados. E sei que há quem discorde porque acha que esses dias, pelo motivo pelo qual são denominados, devem ser comemorados todos os dias. A essas pessoas eu só digo que nós existimos todos os dias e não é por isso que não festejamos o dia em que começámos a existir. Certo?
É por isso que comemoro o Dia dos Namorados, mesmo que namore todos os restantes dias do ano e que não seja apenas nesse dia que tenho a quem entregar o meu coração.
Desde que namoro com o querido J sempre comemorámos este dia de maneira especial. Muitas vezes fizemo-lo de uma maneira alternativa e foram sempre maravilhosos momentos a dois. Mas não que isso não tenha acontecido também noutros dias, ao longo destes oito anos e sete meses.
Anyway, este post é só para dizer que já tenho tudo preparado.
Vamos jantar a um dos nossos restaurantes de eleição (que para este dia preparou um menu super completo, de qualidade e extremo bom gosto - vamos ter sangria de espumante e tudo! - servido num ambiente bastante agradável).
Depois um programinha a dois que não mete cinema, nem idas a um lounge afrodísiaco.
Depois regressamos ao ninho onde nos esperam um cobertor, o calor de uma lareira e de uma garrafa de vinho e uns miminhos doces totalmente home e handmade por mim, excelentes para partilhar e super alusivos ao dia. O verdadeiro must dos pombinhos cá do sítio.
I'm in love! <3
A simplex is all I need!
E porque hoje o dia foi de reuniões de trabalho, de propostas para cá e para lá, de negociações e troca de ideias não me saiu da cabeça o senhor inglês que está a recolher apoios para apresentar uma proposta que irá acabar, na opinião dele e dos milhares que já apoiaram a sua causa, com a burocracia em Portugal, que de tão abusiva que é se torna contraproducente e emagrece a nossa economia.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Eu queria ter as minhas consultas de ginecologia e planeamento familiar naquele sítio, com aquela equipa de profissionais, com as vantagens (a curto, médio e longo prazo) que isso traria. Eu queria e esforcei-me e consegui.
Óbvio que maldisse o sistema, que pensei no absurdo da situação que me estavam a propor e que achei que num mundo ideal não seria assim que as coisas se passavam... Mas eu queria mesmo e fiz o que me mandaram, sem levantar ondas. E consegui. E percebi que é difícil derrubar um sistema mas que isso não deve ser um obstáculo.
Chegaram!
Chegaram os gémeos mais adorados do meu coração: os meus sobrinhos Vasco e Laura.
Bem madrugadores decidiram vir ao mundo entre as 4h e as 4h30 da manhã e nós acordámos com a melhor notícia que esperávamos estes dias.
Fomos vê-los e só vos digo que venho de lá como se tivesse ido ao Paraíso e voltasse... totalmente embevecida, de sorriso colado na cara e a não parar de pensar no quanto a maternidade é uma das melhores coisas do mundo.
Fofinhos, a vida que vos espera não sabemos como vai ser mas sabemos que vão sempre poder contar com os tios para o que quer que seja que precisem.
Fast disfarce
Tinha dito que o meu disfarce de carnaval deste ano ia ser assim inventado em três segundos e concebido totalmente com "tralha" que tenho cá por casa.
Se o disse, melhor o fiz e adorei (o querido também gostou) o resultado final. Uma saia comprida com roda, uma outra de tecido mais leve e com apliques por cima, uns tops e uma túnicas, um lenço com medalhas e um xaile, make-up e penteado a rigor, acessórios com fartura e voilá, estava criada uma vidente.
Devo dizer que nem o belo do baralho de cartas de Tarot me escapou... com a pequena e insignificante diferença de que o meu baralho eram as cartas de jogo do monopólio. Agora imagem lá o quanto foi giro prever o futuro aos meus amigos quando as cartas que calhavam diziam coisas como "Herdou cinco milhões de euros de um tio" ou "Vá directamente para a cadeia"...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Samba no pé!
Já tive carnavais em que o disfarce ficava pronto semanas antes do dia. Já tive carnavais em que o disfarce foi decidido no próprio dia, à mesa do café depois de almoço.
Mas nada bate este ano, em que vou chegar a casa às 22h15 e só depois do banho e do jantar é que vou decidir de que me mascarar.
Ou seja, vai ser o ano em que o meu Carnaval se vai parecer mais com o Carnávau do Rio... isto porque vou andar tão acelerada que mais vai parecer que estou a sambar!
Bom carnaval para todos!
P.S.: Ui, o quanto eu tou doidinha para chegar a casa pela manhã, despir-me sei lá como e enfiar-me na cama em dois segundos e no dia seguinte acordar com um rasto de confettis que me recordará de tudo o que fiz quando cheguei a casa!
Portugal de norte a sul ou tudo ao molho e fé em Deus?!
Passar pela baixa de Coimbra e ver uma loja de souvenirs com toalhas e sacos para pão ao estilo bordados de Viana do Castelo é coisa que me deixa perplexa. E nem é tanto pelo facto de serem vendidos artigos que não são típicos da região que se visita, porque isso eu até compreendo (mal, mas compreendo). É mesmo pelo facto de os artigos em questão serem tão mauzinhos (de qualidade e de aspecto) que não dignificam em nada a beleza dos bordados de Viana. É que, para quem conhece os verdadeiros, aqueles são tão rascos que dói.
Pode não ser a melhor das analogias mas isto só me faz recordar o célebre caso do restauro da pintura de Jesus Cristo que aquela senhora fez, em que Cristo estava tão feio e desfigurado que levava 30-0 de qualquer macaco num concurso de beleza!
Senhores do Turismo, bem sei que devem ter mais com que se preocupar mas não dava para pôr mão nisto? É que quem perde é a imagem de Portugal, imagem essa de que vocês dependem e que é da vossa competência preservar e promover.
É que se for assim eu dedico-me à vinicultura e começo a vender o meu próprio vinho como sendo Vinho do Porto. E olhem que um dos meus nomes é Antónia (como a Senhora Dona Antónia que há muitos anos atrás se lançou nestas coisas dos vinhos e das castas) e isso dá-me alguma afinidade para me julgar no direito de vender o meu vinho do Porto...
Estarei a pagar alguma?!
Este ano de 2013 promete ser um regabofe de insónias, já estou a ver... Em pouco mais de um mês esta já é a segunda noite em que rodopio 638 vezes na cama antes de adormecer.
Tanto me custa adormecer que até já tive tempo para pensar quando foi a última vez que o João Pestana me abandonou... Tinha 13 anos e nessa altura passava noites inteiras acordada, mais do que uma vez por semana. Mas nessa altura as insónias eram propositadas (eu lá achava que dormir era perder tempo e que ir para a escola de directa era a coisa mais cool) e não dormir permitia-me fazer montes de coisas. Mas agora não! Cool agora era mesmo se eu conseguisse despenhar-me contra a almofada e dormir o sono dos justos!
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Tic, tac,...boooom!
É este mês que vão nascer três bebés que me são muito próximos, um filho do meu primo Bacau (meu padrinho de casamento) e um casal de gémeos filhos da minha cunhada Rita.
Se o primeiro é esperado só para o final do mês, os gémeos são esperados para ontem. Quero dizer, para assim que lhes apetecer, uma vez que são fruto de uma gravidez de risco em que havia fortes probabilidades de nascerem prematuros e agora só se está à espera que a mãe não aguente mais o barrigão e decidam provocar o parto (a gravidez foi de risco porque a mãe é muito baixinha e magrinha e tinha o colo do útero demasiado curto para uma gravidez gemelar).
Eu mal posso esperar para os pegar, embalar, mudar a fralda e passar horas a olhar para eles. É que já os acompanho há nove meses e começo a ficar mesmo desertinha para os conhecer e me apaixonar por eles, porque isto do instinto maternal está em mim para ficar e começa a manifestar-se em larga escala.
Por isso, babies Laura e Vasco (Lucas, para ti ainda é cedo!) vejam lá se nascem rápido porque a tia corre o risco de rebentar por excesso de tic-tacs do seu relógio biológico!
Mixed feelings
Domingos assim só puxam para ficar no sofá enroscadinhos, a namorar e não fazer nada de produtivo a não ser aumentar as barras de amor e mimo.
É bom, eu sei. E adoro estes dias em que somos só os dois, um sofá, um bolo acabadinho de sair do forno e muita brincadeira ternurenta. Mas não consigo deixar de sentir uma pontinha de saudades do Verão... é que se é para fazer silly things, eu prefiro fazê-las com o clima da silly season...
Sabemos que o nosso marido precisa de férias...
... quando ele, no wc, pergunta: "A minha escova de dentes é a verde ou a azul?"...
sábado, 9 de fevereiro de 2013
"E esta, hein?"
Assim sem querer, de um momento, para o outro percebemos que já sabemos como vamos comemorar parte do nosso 1º aniversário de casamento.
Lembram-se do post sobre a ida ao Jamor? Pois, ontem o querido mandou-me SMS a meio da tarde a dizer que a Final da Taça é precisamente no dia 26 de Maio.
Só não sei se isto me vai dar uma grande ajuda no plannig do grande dia ou se vai complicá-lo como o caraças...
P.S.: Fica para registo que o 1º aniversário de casamento é também conhecido como Bodas de Papel. Hum... de repente começam-me a surgir ideias... Mas sosseguem que não me passou pela cabeça irmos para o Jamor forrados a papel... A sério, juro que não pensei nisso... Mesmo...
(Honradíssimo) 4º lugar
Pois, não cheguei ao pódio... Mas foi um grande jogo de poker, cheio de twists e grandes surpresas. Valeu, galera!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Casa(i)s...
É isto que acontece a uma casa "velha" quando os seus ingratos donos decidem trocá-la por uma casa nova:
| Amostras de pavimento para as varandas da casa nova |
Casinha linda, sabes que acredito que as coisas também têm a sua alma e que me custa usar-te para meu benefício nesta traição que te estou a fazer com a outra... casa. Mas sabes que não te vamos deixar por não gostarmos de ti... Foste muito importante nesta fase das nossas vidas e terás sempre o teu lugar especial nos nossos corações (por isso te vamos manter nossa, enquanto podemos) mas agora é altura de mudarmos de poiso. É o melhor para nós e para ti. Sei que me entendes.
P.S.: As amostras são todas diferentes, cinco tons de cinzento e cinco texturas e relevos diferentes. O querido J já reduziu a coisa a dois grupos: os cinzentos-claro e os cinzentos-escuro. A mim não me parece que este pragmatismo vá facilitar a minha escolha...
As horas de almoço servem para muuuuita coisa #1
Nunca antes visto, jamais imaginado pela minha pessoa. Hoje brilhou-me no pensamento a magnífica ideia de organizar o meu porta-chaves. Com o tempo fui acumulando chaves e chaves e chaves e 90% delas já não estão a uso (ainda lá andavam penduradas chaves-cópia de duas das casas em que vivi enquanto estudante em Coimbra), 7% delas pertencem a fechaduras que já não existem, 2% preocupam-me porque não sei where the hell elas se hão-de enfiar e 1% são as chaves que realmente utilizo.
Quando terminei sentia-me mais leve. Espera lá, se calhar estava mesmo mais leve. Podendo não parecer livrei-me de OITO chaves. Muuuito peso retirado da minha mala, menos probabilidade de estragar o verniz quando ando a "raspar" na mala à procura das chaves e um "abrir de porta de casa" muito mais silencioso (é verdade, rodar o porta-chaves na fechadura era coisa para parecer um balado de vaca!).
Mas... mas... espera lá! Como estava antes desta minha intervenção, o porta-chaves era uma autêntica arma de defesa pessoal porque qualquer bandido que ameaçasse atacar-me cairia sem sentidos no chão depois de eu lhe arremessar o dito à cabeça.
De repente, sinto-me desprotegida...
Próximo "passatempo" de hora de almoço: comprar spray pimenta!
As horas de almoço servem para muuuuita coisa - Intro
Esta é, sem dúvida, a rubrica mais pertinente e vital de toda a blogosfera... Nela falo sobre os (peculiares) "passatempos" que faço aproveitando os longos minutos que me restam de hora de almoço depois de, efectivamente, ter almoçado.
P.S.: Só por motivos de preservar a minha imagem, venho esclarecer que almoço rápido não por ser uma alarve, qual Cro-magnon das regras de socialização à mesa. É mesmo porque como pouco.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Diário de um envelhecimento #1
E aos meus 28 anos, 5 meses e 21 dias apareceu-me o meu primeiro pêlo de sobrancelha branco...
Diário de um envelhecimento - Intro
É aqui que venho assinalar os momentos mais marcantes da minha countdown para a 3ª Idade. Uma espécie de friso cronológico onde registo os meus junior steps to became a senior.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Empolgadíssima...
... para voltar a atacar a piscina!
Estou na contagem decrescente para as primeiras braçadas!
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3
2
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Estou na contagem decrescente para as primeiras braçadas!
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Coisas de Domingo ou Como percorrer a região centro numa tarde
Eu andava mortinha por ir ver o mar e sentir o vento salgado e ontem lá rumámos a essa meca estival da região centro que é a Nazaré.
Não que gostemos desta cidade-praia particularmente. Nem sequer é a que está geograficamente mais perto de nós. Mas tem mar e tem ondas e poderia ter o McNamara a desafiar as leis da física (infelizmente, ondas ainda vimos... Garrett é que nem por isso). Além de tudo isso, era sítio em que moi meme e o querido nunca tínhamos estado juntos.
Chegámos, fizemos a habitual piada do "Sítio, qual sítio?" (temos esta coisa de que piadas clássicas têm sempre que ser ditas) e procurámos casa de pasto onde pudéssemos reconfortar os estômagos que já davam sinal de si. Muito tempo à espera, robalo e lulas grelhadas impecáveis, ver o mar, sentir a areia, passear, dar beijinhos, tirar fotos... tudo muito bom... mas ao final de duas horas já estávamos fartos! Opá, Nazaré tem aquela coisa... está igual desde que me conheço e lá comecei a ir, com os meus pais (não para férias mas para passeios em família ao Domingo). Por ter tanto conhecimento de causa (tenho mesmo!) sobre esta cidade vejo que o problema é mesmo a atitude das pessoas... acomodaram-se! O que lá se vê hoje é o que se via há 30 anos... E de todas as vezes que lá fui nunca encontrei uma exposição ao ar livre, nunca presenciei uma animação de rua, nunca assisti a manifestações de cultura, humor ou, até, sátira naquelas ruas. Enfim, uma pobreza de espírito estrema. E podem dizer-me "ah e tal, fui lá e vi uma nazarena a mostrar as sete saias!" que eu só vou ficar a olhar com cara de incrédula porque se fosse por essa lógica uma pessoa não ia à Feira do Cavalo na Golegã porque já tinha visto um cavalo na vida. Nem uma pessoa ia a um concerto porque já tinha ouvido música na vida.
É pena mas de penas vivem os infelizes e nós decidimos por-nos a andar dali para fora para não dar o dia como perdido.
Como estávamos a querer ir embora um desígnio dos deuses fez que com o amigo Geras ficasse retido em Coimbra e precisasse urgentemente de quem o fosse buscar. Era tudo o que queríamos ouvir: uma desculpa para ter que ir até Coimbra, essa cidade que eu amo e adoro e nunca esqueço e quero sempre voltar!
Apanhámos o amigo Alex pelo caminho e lá fomos, felizes nestas viagens simples que tornamos em grandes momentos.
Já os quatro reunidos deambulámos pela cidade a mostrar este e aquele e o outro sítio que tanto nos dizem. Depois jantámos sem grandes complicações no restaurante do tio Mac.
Mas uma ida à Coimbra assim, imprevista, pedia mesmo que aproveitássemos o ter que lá ter ido para malharmos um bingozito. Lá fomos e de lá saímos após três jogadas, sem prémio nenhum e menos 3€ no bolso.
Viagem de regresso muito animada e chegada a casa felizes da vida.
E eu só penso: não vale a pena fazer grandes planos porque eles às vezes desiludem; as coisas simples da vida são fáceis de conseguir e dão-nos muita felicidade; quando falhas a linha só tens que mudar de objectivo e... seguir para bingo!
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Taquicardia é...
... ver a edição do Top Gear em que o James, o Jeremy e o Hammond vão para a Bolívia e percorrem El Camiño de la Muerte (tão simplesmente a estrada MAIS perigosa do mundo!!!) em jipes em final de vida (totalmente lixadinhos, mesmo!!).
Houve uma parte em que o Jeremy se cruzou numa parte lamacenta do trilho com o carro de um local e a estrada do lado dele cedeu... Medo! E houve outra parte em que o jipe do James ficou sem luzes e ele foi com tochas atrás do Hammond... "Escuro como o catano" não chega para descrever aquela escuridão... Pânico!
E só vos digo isto...
Houve uma parte em que o Jeremy se cruzou numa parte lamacenta do trilho com o carro de um local e a estrada do lado dele cedeu... Medo! E houve outra parte em que o jipe do James ficou sem luzes e ele foi com tochas atrás do Hammond... "Escuro como o catano" não chega para descrever aquela escuridão... Pânico!
E só vos digo isto...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Ontem a reunião do Núcleo correu super bem... o plano de actividades para este ano está bastante inovador e promete ser um sucesso! Estou, estamos todos entusiasmados.
Hoje foi dormir até tarde e acordar em pleno modo primaveril prontinha para uma sessão de jardinagem com uma big amigalhaça! Depois passeio por lugares míticos das nossas adolescências. Valeu!
Agora cheguei a casa e estou no mimo com o querido.
Me pergunto: poderia este dia estar a correr melhor? I really don't think so!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Dia 1
Os dias 1 são excelentes dias para inícios de qualquer coisa. Seja trabalho novo, dieta, deixar de fumar, poupar para comprar um barco, retirar a maquilhagem antes de ir dormir...
Ora hoje é dia 1 e por aqui o dia já foi o 1º dia de muita coisa. I'm loving it... resta saber se vou estar a dizer o mesmo de hoje a um mês.
P.S.: Tenho algumas amigas que lerão este post completamente sem fé nas minhas resoluções. E que gozarão comigo por ter decidido começar a uma sexta-feira, à beirinha desse poço de desvios e loucuras que é o fim de semana. Para elas, as minhas palavras são: I doble dare you! ;)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Nostalgia antecipada ou ter saudades antes do tempo?
Adoro conhecer e ir e viajar e estar e voltar. E há sítios a que nunca me farto de voltar. E há momentos que faço questão de eternizar.
Mas também tenho esta coisa de se sei que determinado sítio vai desaparecer (e, por desaparecer, quero dizer fechar ao público, ser demolido, ser restaurado e atribuído a outros fins...) passo a querer lá ir à força toda. Para não ficar com o sentimento de perda, um sentimento de saudade por algo que nunca conheci.
Aconteceu em 2007, depois de se começar a falar a sério no aquecimento global e no degelo glaciar. Aí meti na cabeça que cidades como Amsterdão e Veneza corria sério risco de virem a desaparecer de um momento para o outro. E vai daí fiz as malas e fui conhecer e despedir-me simultaneamente destas cidades.
Aconteceu outra vez quando entendi que a Esfínge egípcia estava a degradar-se e meti na cabeça que o Egipto era o meu próximo destino de férias.
Voltou a acontecer ontem à noite, ao ver o jogo do Benfica (cof, cof... quem via o jogo dos encarnados era o querido. Eu só ouvia porque os meus olhos colaram no clássico espanhol Real Madrid-Barcelona.) para a Taça de Portugal. O benfas lá derrotou o Paços e parece assim quase certo que vai jogar a final no Jamor. Na minha cabecinha fez-se luz! Com uma cajadadazita só fazíamos dois coelhinhos felizes: o orelhudo querido via o seu benfas (muito provavelmente) arrancar mais um troféu e a orelhuda querida ia conhecer e despedir-se simultaneamente do mítico Estádio do Jamor.
Agora resta esperar pelo dia em que visto calções, top e sandálias, me barro de protector, meto a mochila às costas com 5l de água e aprecio pela primeira e última vez aquele palco de festa... enquanto vou metendo o olho no jogo... que, aliás, é o motivo porque lá estarei. Cof.
U.S.Armas?!
Outro tiroteio nos Estados Unidos. Seriously, guys?! Disparar contra tudo e todos, aparentemente só porque sim?! Mas quê, uma pessoa agora irrita-se, anda de mal com a vida e vai daí toca a disparar contra tudo e todos, sem rei nem lei?! Epá, problemas todos temos... mas eu ainda sou do tempo em que vocês, exagerados como sempre foram, quando se chateavam davam uns pontapés nuns caixotes do lixo e iam para um porto beber whisky.
Seriously, trazer para a realidade cenas típicas dos vossos filmes está a ser demasiado... too much, indeed!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Keep it simple
Sair do trabalho com tempo para ir ao supermercado da rua, comprar não só o básico e gastar muito pouquinho, vir para casa preparar um jantar novidade ideal para comemorar apenas mais um dia juntos, namorar ao sofá à espera que o apetite venha, degustar o jantar ao som de boa música e agradável conversa e voltar ao sofá para aquele nosso hobbie.
Foi assim o meu final de dia e início de noite. Uma felicidade imensa. Grande e profunda porque se mede com medidas simples, despretensiosas. Sou feliz.
Tempo
Dez dias sem postar, dez dias de muita agitação. Foram jantares de aniversário, foram muitas saídas para café com as amigas, foi muito passeio e muita organização em casa, já a adiantar algumas coisas para as mudanças que teremos que fazer daqui a (taaaantos!) meses.
Sou apologista de que o tempo é o que fazemos dele e que temos sempre tempo para tudo, se assim quisermos que seja. É por isso que tenho sempre tempo para mais alguma coisa, para mais alguma aventura, rotina ou projecto. E é por isso que, agora, os meus dias vão precisar de ser maiores porque há projecto novo na calha. Digo-o agora porque já está na fase em que há efectivamente qualquer coisa para mostrar. Já passou da ideia ao papel. Neste caso diria que passou do papel ao tecido. Estou a adorar e mal posso esperar por fazê-lo nascer para o mundo e mostrá-lo, gabá-lo e babar-me com ele, à frente de todos.
Back in action
Não se sabe bem ao certo que fenómeno foi mas diz-se que poderá ter sido um tornado ou mini-tornado... Cá por casa o estrago não fui nenhum e o incómodo causado pela falta de electricidade, água, internet e rede de telemóvel só durou dois dias. No big deal.
É claro que não deu jeito ser ao fim de semana, é claro que tivemos que controlar a abertura das arcas e frigorífico, é claro que não podemos fazer uma vida normal durante esses dois dias. Mas eu só penso: valerá a pena uma pessoa queixar-se? Não. Primeiro porque poderia ter sido bem pior. Segundo porque estas pequenas catástrofes domésticas são uma lição de vida: aprendemos a viver com limitações (e eu acho que, de vez em quando, estes "abre-olhos" são benéficos e muito elucidativos), valorizamos o bem-estar diário que pequenas inovações trouxeram às nossas vidas e, acima de tudo, aprendemos a estar uns com os outros e a divertirmo-nos à maneira antiga. Muito bom.
Adorei jogar Uno à luz das velas, adorei as conversas embrulhadas em cobertores e iluminadas apenas pela chama da lareira, adorei o forçoso deitar cedo que permitiu duas noites de muito descanso.
Ainda assim, claro, gosto de ter de volta a minha vida de gadgets, tecnologia e desenvolvimento.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
... eis que acabo de inventar uma palavra nova: planitário.
E o que significa este melodioso vocábulo? Nada. Foi apenas o que me saiu em conversa com o querido J quando pretendia dizer tarifário.
Agora que penso nisso... planitário é a fusão de plano com tarifário... Até não está incorrecto de todo... Dou o braço a torcer... desta o meu subconsciente até esgalhou bem.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Lance, de ti só tenho pena...
... porque viver toda uma vida de mentira é coisa dolorosa, porque não dormir de consciência tranquila é o maior dos pesadelos.
Ainda assim, "a minha faca corta a direito" (expressão cá da terra, que já oiço desde que nasci) e digo-te que achei corajoso teres confessado o teu erro. Com tudo o que isso implica.
Só desejo que, nesta história do arrependimento e sentimento de culpa, não estejas a fingir como fingias a felicidade ao cortar a meta.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Amor à nossa maneira
Amor é dividir uma caixa sortida da Ferrero assim:
(A propósito, hoje comemoramos 8 anos e meio de namoro. Love you, J!)
(A propósito, hoje comemoramos 8 anos e meio de namoro. Love you, J!)
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Ladies' night
Jantarada de gajas. O grupo de amigas do secundário. A "desculpa" (porque há sempre uma, nem que seja o "porque sim") era conhecer a nova casa da Inês e fazer-lhe um bocado de companhia, uma vez que o seu mais-que-tudo está fora durante a semana, em trabalho.
Como acontece sempre, adorei a noite. Pelo que me ri, pelo que recordei. Não há hipótese... estas nossas reuniões são o melhor dos spa's: descontraiem, revitalizam corpo e mente, reavivam as memórias felizes que temos em nós, dão-me anos de vida.
E, tal como acontecia há 10,11 e 12 anos atrás, o tempo voa e damos por nós a desejar conseguir parar o tempo e ficarmos para sempre assim.
Fui muito feliz na minha altura de secundário. Fiz amizades para a vida. Vivi momentos que não esquecerei. Conheci, aprendi e cresci muito. E agora, passados 10, 11 e 12 anos, sou feliz por não ter perdido o que de melhor esse período da minha vida teve.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Obrigada, T.
Ter um convite para almoçar e ser presenteada com camarões tigre de cebolada e palmiers caseiros para sobremesa é algo que me dá a certeza que tenho as melhores amigas do mundo! Obrigada, T.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
:(
Em relação à morte do bebé atacado pelo pitbull da família só tenho a dizer que não queria estar na posição daqueles pais. Pelos motivos óbvios (ver morrer um filho deve ser o maior sofrimento pelo qual um pai deve passar!) em primeiro e porque não sei como reagiria em relação ao cão, em segundo.
Adoro animais. Adoro cães. Tenho três, nenhum das raças ditas perigosas. Mas só mesmo porque nunca calhou. Porque não acredito nisso das raças ditas perigosas. Acho que os cães são como as pessoas: há-os bons e há-os maus. E isso não tem, a meu ver, nadinha a ver com a raça do bicho. E muito menos tem a ver com os donos. Os meus três cães foram todos "educados" da mesma maneira e têm feitios muito diferentes. Nenhum é mais mimado que os outros e todos têm, para connosco da família, ligações diferentes. Os bichos têm personalidade e isso vai muito para além dos rótulos que lhes colocamos.
Não defendo nem acuso o cão, não defendo nem acuso os pais. Muitos pitbull existem em casas de família que nunca magoaram uma criança. E muitos pais já viram morrer um filho seu por acidentes domésticos.
Cada um é livre de dar a sua sentença. Eu abstenho-me e fico-me somente pela partilha da dor e tristeza que os pais do bebé devem estar a sentir. E é no sentido de lhes dar apoio à distância que concentro os meus esforços. Não em atirar-lhes pedras e apontar-lhes o dedo.
Culpados? Sim, o sentimento de culpa (pelo bebé e pelo, eventual, abate do cão) já ninguém lhes vai tirar. E isso já é uma pena pesada com o caraças!
Uma questão de pinta(s)?
O que é que eu acho do fato que o Messi usou na cerimónia de entrega da Bola de Ouro'12? Acho muito bem. Não gosto do fato, se fosse homem não o usaria. Mas acho bem que ele o tenha usado. Primeiro porque o corpo e imagem são dele e, pela liberdade concedida à espécie humana, ele tem o direito de usar o que bem lhe apetecer, mesmo que isso choque meio mundo. Segundo porque ele não me veio pedir a mim (e duvido que o tenha feito a alguém!) o dinheiro para o comprar e, por isso, se foi ele que pagou então pode vestir o que lhe der na gana.
A sério... o moço não foi nu, não se vestiu de Super Homem ou Homem Aranha e não apareceu como réplica de Jesus Cristo (isto era o que eu faria se fosse ele, usando o trocadilho Messi/Messias... mas isto já são coisas dos meus pensamentos). Simplesmente vestiu um fato que não caiu no goto de muita gente. Mas e quê, se caiu no goto dele?
E mais, uma pessoa não pode simplesmente vestir algo que transmita alegria, que crie sorrisos? Ele bem pode achar que aquele fato atrai energias positivas. Ou, ainda, simplesmente lhe pode ter apetecido vestir uma roupa cómica. Eu já o fiz, quantos de vós não o terão feito também? Quem nunca vestiu uma roupa mítica numa ocasião "especial" (aniversários, passagens de ano, festas populares...)?
Mas pronto, se há algo que acho mesmo mal nesta história toda é o facto dela ocupar tempo de antena num telejornal da tv nacional. É que é mesmo aquela cena típica do secundário: o grupo de raparigas a um canto a comentar a camisa da loira do 10ºB ou as botas da betinha do 12ºI. A gozar. A julgar os outros só porque não são mais um que vai na maré. Enfim, desprezível.
![]() |
| Messi... cheio de pinta(s)! |
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
"É preciso que todos, que lidam comigo, se convençam de que sou assim; e que exigir-me os sentimentos, aliás muito dignos, de um homem vulgar e banal, é como exigir-me que tenha olhos azuis e cabelo louro. E estar a tratar-me como se eu fosse outra pessoa não é a melhor maneira de manter a minha afeição."
Fernando Pessoa
29/9/1929
domingo, 6 de janeiro de 2013
Momentos Bluelittledrop #1
Admiro-o como homem, como escritor, como Pessoa que é. Adoro-o pelos seus múltiplos Eu, pela densidade das suas fraquezas, pela maneira como existe na sua complexidade. Fascinam-me o seu modo próprio de ser, o seu lado obscuro e enigmático, as suas inseguranças. Apaixonam-me a sua audácia, a sua entrega, o seu fervor de sentir.
Fernando Pessoa - Cartas de Amor a Ophélia Queiroz é um livro que quis desde sempre e que sabia que tinha que ler. Chegou ontem, de surpresa, pelas mãos da minha Quimera e preencheu um espacinho vazio que havia em mim.
Adorei! Adorei porque agora já o tenho, porque me foi dado por uma Pessoa que eu amo, porque deixa a nu uma outra Pessoa que me inspira, porque fala de amor e porque são cartas. Cartas. A alma em palavras, os sentimentos em tinta, o coração em papel. Cartas. Aquelas que protagonizam um dos melhores momentos passados entre mim e essa outra Pessoa que amo.
Momentos Bluelittedrop - Intro
Sou de mostrar a minha felicidade de forma efusiva e indiscreta. Não o faço de propósito e não consigo evitar de ser tão expressiva. Não consigo parar de sorrir, não me calo mas deixo todas as frases incompletas, coro instantaneamente e tenho breaks mentais que duram segundos em que fico alheia de tudo e todos e entro numa outra dimensão, em que estou sou eu e os meus pensamentos.
É nestes momentos que mais me mostro e entrego ao mundo, que exponho a minha alma. São os Momentos Bluelittledrop e é sobre eles que falam estes posts.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Início
Já a pensar nos planos que tenho lá mais para o final do ano, comprei esta:
A ideia é comprá-la mensalmente porque assim vou gastando o dinheiro aos poucos e não faz tanta mossa (sinceramente, acho mesmo que as revistas são caras e sei que, quando engravidar, vou comprar 733240 livros sobre barrigas e banhos e vacinas e sopas, por isso vou dividindo assim a despesa) e assim posso demorar um mês inteiro a ler a revista, com tudo o que isso implica para mim (criar listas do que vou precisar, fazer pesquisas na net, cruzar informação para ter uma melhor opinião and so on and so on...).
Uma pessoa faz votos de sinceridade, defende a verdade acima de tudo e resiste em entrar em esquemas e chantagens... para depois deitar tudo a perder quando se trata de ir comprar roupa para o marido e dou por mim a inventar uma desculpa para termos que sair de casa e ir à cidade...
Idealismos de vida à parte, lá levei a missão a cabo e agora o resultado é um marido vaidoso e ainda mais giraço. Aaah, são estas contradições da vida que me fazem pensar duas vezes...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Trapos companheiros
Dediquei a tarde às compras, tal como eu gosto: com todo o tempo do mundo, sozinha e em lojas de rua (não em centros comerciais, entenda-se). Comprei desenfreadamente, como se o futuro não me assustasse ou se tivesse recebido uma herança de um tio afastado do Brasil.
No final, o resultado foi o que se vê na foto.
E sendo eu pessoa de acreditar que a roupa passa a ter alma assim que a
compramos, posso dizer que vim para casa muito bem acompanhada.
Agora é tempo de ir para a cozinha com o querido. Fazer um jantarinho maravilha que dê muita energia porque a noite vai ser de farra.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
O meu príncipe encantado
Como saí de casa só para "ir ali e já venho" fui vestida como estava, de fato de treino. Previ que ir morrer congelada antes que o maridão chegasse a casa e pensei num plano. Felizmente tinha os sacos para a reciclagem cá fora e pensei em ir deixá-los ao ecoponto e depois, aproveitando o sport wear que envergava, fazer uma caminhada que me ajudasse a passar o tempo e a fintar o frio.
Foi o que fiz mas pouco depois de ter começado a andar o maridão liga a dizer que tinha saído mais cedo do trabalho para que eu não ficasse na rua tanto tempo. Um amor de marido, este que tenho. Meia hora depois eis que ele chega junto de mim, qual príncipe encantado no seu cavalo a salvar a sua princesa ofegante da caminhada.
Graças ao meu azar, ele veio mais cedo para casa e pudemos estar um tempo extra a mimarmo-nos no sofá. Apetece-me dizer que "there's no such thing as bad luck"!
Bad luck?
Este bem podia ser um post em que maldizia a minha vida e todo o azar que tenho. Mas não. Porque não sou assim e encaro de ânimo leve os problemas mínimos da vida que os outros parecem ter gozo em transformar em dramas.
Ora então, saio de casa em modo desportivo rumo à casa nova para pedir o contacto de um dos técnicos ao empreiteiro e na volta passar pelo supermercado da rua e comprar um pacote de arroz. Saio apenas com o telemóvel e 1€. Fiz o que tinha a fazer e voltei para casa. Foi então que vi que não tinha trazido as chaves. E não, não tenho uma chave escondida debaixo do vaso porque tenho-me em boa conta enquanto menina ajuizada e responsável e NUNCA saio de casa sem chaves... até ao dia em que saio e corre mal.
Posto que agora aqui estou, com nada mais que um telemóvel e 19 cêntimos, a pensar no que vou fazer durante quase 3h em que nem um café posso ir beber.
P.S.: Enquanto pegava no telemóvel o pacote de arroz caiu no chão e abriu-se... Em vez de resmungar só me preocupei em ver se dentro do pacote tinha ficado a quantidade suficiente de arroz para o jantar aqui do casalinho. Só naquela de não ser tudo tão mau... É que andar a reunir baguinhos de arroz espalhados por 7 degraus de escada não é bonito.
Invictos!
Depois da minha vitória no poker do último sábado eis que o maridão ganhou o poker da noite passada.
Deduzo eu deste acontecimento que:
- ou tenho um marido machista (coisa que seria novidade para mim) ou competitivo como o caraças (acho mesmo que ele não quis o rótulo de 2º, principalmente por ter perdido para mim);
- alcancei um novo estatuto no sub-mundo do poker porque agora sou intimidante (ontem jogaram sem mim, aproveitando que me tinham "presa" num café com uma amiga);
- acabámos um ano e começámos outro a ganhar dinheiro... será um sinal de que o euromilhões vai cair bem direitinho na nossa conta bancária?
- ou eu não soubesse quem somos ou começava a temer pelo nosso futuro, que tem tudo para acabar como nos filmes, em que os gamers começam a ganhar assim meio timidamente, fazem e gastam fortunas e acabam por perder tudo. Mas não, eu sei que nós sabemos viver... sabemos o que queremos e o que fazemos just for fun.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
14 gelatinas é muita gelatina!
Passei a manhã alapada no sofá a ver O.C., prometendo a mim mesma que o episódio que via era o último do dia e, consecutivamente, a infringir as minhas próprias regras. Foi um bom atestado do meu auto-controlo no dia de hoje...
Almocei em frente ao sofá mas já decidida a tornar a tarde em algo (mais) produtivo. Após o café meti mãos à obra e revirei a despensa. Foi qualquer coisa como a reposição de um supermercado inteiro mas mais caótico porque queria fazer a coisa a sério e isso incluía mandar fora o que já tinha passado da validade (neste campo fiz imensos progressos porque o único produto ultrapassado que encontrei foi um pacote de massa - hip hip hurra para mim!), organizar tudo de acordo com as minhas lógicas (que nem explico porque era motivo para me quererem enviar para um hospício) e colocar todos os produtos já abertos em frascos, frasquinhos, caixas e caixinhas.
Terminei agora (duas horas depois) e sabem o que me espera? Uma longa surfadela na net a procurar receitas com gelatina. Pois, é que tenho 14 pacotes (duplos!!!) dessa iguaria cá em casa.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
1=1000
Um dia em que acordámos tarde e ficámos na ronha até ainda mais tarde e só transitámos do quarto para a sala com breves idas à cozinha (fome não é coisa que nos assista em dias a seguir a noites de farra).
Apesar de ser menina de acreditar em tudo o que são boas energias, bons presságios e bons moods não me importei nada de nem sequer ter saído de casa durante o dia. É certo que dizem que a maneira como entramos no ano vai ditar o decurso do resto do mesmo mas eu não me importo nadinha que não tenham havido idas à praia (que adoramos mesmo no inverno), passeios por parques lindos, almoços/lanches/cafés em locais estilosos com grandes amigos. Porque eu sei que vou ter tudo isso na mesma (amigos de verdade são imunes à passagem do ano) e ainda muito mais. E porque, embora em casa, passei um dos dias mais felizes da minha vida na companhia do querido J. E se isso não é o melhor dos presságios, das premonições então não sei o que será. Aliás, sei. É 1 dia que vale por 1000! E 1000 dias é coisa para me garantir felicidade para mais de três anos.
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