É este mês que vão nascer três bebés que me são muito próximos, um filho do meu primo Bacau (meu padrinho de casamento) e um casal de gémeos filhos da minha cunhada Rita.
Se o primeiro é esperado só para o final do mês, os gémeos são esperados para ontem. Quero dizer, para assim que lhes apetecer, uma vez que são fruto de uma gravidez de risco em que havia fortes probabilidades de nascerem prematuros e agora só se está à espera que a mãe não aguente mais o barrigão e decidam provocar o parto (a gravidez foi de risco porque a mãe é muito baixinha e magrinha e tinha o colo do útero demasiado curto para uma gravidez gemelar).
Eu mal posso esperar para os pegar, embalar, mudar a fralda e passar horas a olhar para eles. É que já os acompanho há nove meses e começo a ficar mesmo desertinha para os conhecer e me apaixonar por eles, porque isto do instinto maternal está em mim para ficar e começa a manifestar-se em larga escala.
Por isso, babies Laura e Vasco (Lucas, para ti ainda é cedo!) vejam lá se nascem rápido porque a tia corre o risco de rebentar por excesso de tic-tacs do seu relógio biológico!
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