Tenho tanto para dizer, tanto que gostaria de postar mas, felizmente, falta-me o tempo.
Para a semana os crianços ficam de férias e aí já consigo dispor de mais algum tempo livre.
Por ora, fico-me com esta minha reflexão de hoje:
Neste momento, Igreja e Política são uma como a outra: pântanos sombrios e lamacentos em que quem neles entra não se consegue livrar do lodo, da sombra, dos olhares de jacaré dissimulados na vegetação densa, secreta, impenetrável e não tem outra alternativa que não a integração amorfa naquele(s) habitat(s). Futuros Papa e Primeiro-Ministro, sejam eles quem vierem a ser, não vão ser mais do que criaturas do pântano, verdadeiros crocodilos de lágrima no canto do olho. Futuros Papa e Primeiro-Ministro não vão trazer mudança nenhuma aos habitats a que pertencem, de tão grudados que ficarão no seu próprio lodo, refugiados no conforto da sombra impessoal que a sua camuflagem lhes permitirá.
É por isso que me interessa tanto a decisão do Conclave como as sondagens para as próximas Legislativas... porque os crocodilos podem mudar de pele mas não deixam de ser crocodilos. Com a porcaria da lágrima no canto do olho!
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