quinta-feira, 14 de março de 2013

Na história da mãe que tentou vender os filhos através do facebook eu até entendo o acto em si (entender não quer dizer que concorde ou ache bem). O que eu não entendo é o motivo...

quarta-feira, 13 de março de 2013

RB+RB= :)

Se há coisa para a qual me ajeito é para quebrar o gelo. Não tenho dificuldades em encontrar o tema de conversa, as palavras que devo usar, o tom em que as devo dizer.
Contudo, há "quebras" mais fáceis que outras... porque há gente (miúda e graúda) muito fechadinha na sua concha, muito escondidinha na sua carapaça.
Hoje consegui quebrar o gelo com o Rúben. Foi fantástico, tendo em conta que só tivemos ainda quatro sessões e que ele é um pré-adolescente filho único (e que recentemente viu o seu primo/praticamente irmão/melhor amigo ir embora do país - mais um filho de Portugal que a crise mandou embora!).
Adorei, claro, pela conquista. Mas adorei ainda mais por começar a perceber o miúdo interessante que ele é. Daqueles que são o meu tipo: activos, radicais, sensíveis e com humor. 
Já há harmonia e empatia entre nós. E eu, que sou moça de reparar nestes tiny details, digo que outra coisa não seria de esperar, uma vez que partilhamos as iniciais dos nossos nomes: R B! Love it!
O amor é mesmo a melhor das inspirações, das motivações, das energias e das forças.
E eu, que estou apaixonada pelo meu trabalho e não vejo outra coisa à frente que não o meu baby (o meu mais recente e, ainda embrionário, projecto), sinto-me super inspirada, motivada, energética e forte para fazer sempre mais e melhor até à meta!
Sinto-me mesmo abençoada (se é que há isso de bênçãos) por conseguir apaixonar-me por tanta coisa e, em todas elas, de forma tão intensa e envolvente.
Amanhã há nova ida a Coimbra para tratar de questões relacionadas com o espaço... Vai ser mais um pontapé que o meu pequeno bebé vai dar! Vai ser fantástico!

Não entendo...

... o porquê de se fazer sigilo em relação ao sexo do bebé de Kate Middleton e do Príncipe William.
É que não é daquelas coisas que se não se souberem agora nunca se saberão... quando a criança nascer tudo o que tiver que acontecer, acontecerá e tudo o que tiver que ser dito, dir-se-à... Não revelar o sexo da criança real agora é só estar a retardar o inevitável... Por isso não entendo...

terça-feira, 12 de março de 2013

Pensamento do dia

Tenho tanto para dizer, tanto que gostaria de postar mas, felizmente, falta-me o tempo.
Para a semana os crianços ficam de férias e aí já consigo dispor de mais algum tempo livre.
Por ora, fico-me com esta minha reflexão de hoje: 

Neste momento, Igreja e Política são uma como a outra: pântanos sombrios e lamacentos em que quem neles entra não se consegue livrar do lodo, da sombra, dos olhares de jacaré dissimulados na vegetação densa, secreta, impenetrável e não tem outra alternativa que não a integração amorfa naquele(s) habitat(s). Futuros Papa e Primeiro-Ministro, sejam eles quem vierem a ser, não vão ser mais do que criaturas do pântano, verdadeiros crocodilos de lágrima no canto do olho. Futuros Papa e Primeiro-Ministro não vão trazer mudança nenhuma aos habitats a que pertencem, de tão grudados que ficarão no seu próprio lodo, refugiados no conforto da sombra impessoal que a sua camuflagem lhes permitirá.
É por isso que me interessa tanto a decisão do Conclave como as sondagens para as próximas Legislativas... porque os crocodilos podem mudar de pele mas não deixam de ser crocodilos. Com a porcaria da lágrima no canto do olho!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Bieberfever

A adolescente portuguesa - análise sociocultural 


Lisboa, 11 de Março de 2013:
- quem está no Pavilhão Atlântico está a viver o dia mais feliz das suas vidas;
- quem não está no Pavilhão Atlântico está a viver o dia mais triste das suas vidas. 


P.S.: Justin Bieber actua hoje em Lisboa.
P.S.: Para todos os residentes e trabalhadores no Parque das Nações, Lisboa e arredores num perímetro de 70km, daqui segue uma palavra de conforto e um pack de tampões auriculares. Bem hajam!

domingo, 10 de março de 2013

:/

E pessoas manipuladoras? É mau!
E o que elas me deixam incomodada? É péssimo!
E o que eu me chateio comigo mesma por não conseguir ser indiferente e não ficar afectada por isso (mesmo se não tem a ver comigo?!)? É terrível!

Just an outstanding Sunday...

Após um telefonema do Alex, mudança súbita de planos. A noite passada foi de distúrbios (o Thomas foi mandado parar pela polícia e, como tinha álcool no sangue - 1.19!! - foi multado e perdeu a carta) e tínhamos que ir em missão de amizade.
Assim sendo, não houve dança nem conversão de J.
Mas houve um final de dia juntos dos sobrinhos Edu, Laura e Vasco que deu ao dia um ar de ternura.

Ao Domingo...

Tarde de chuva e frio mas não vamos ficar por casa. O J vai a uma sessão com o Alex e eu adorava estar lá para me rir com as tentativas (vãs!) de converter o querido. Mas ao mesmo tempo vai haver um espectáculo de dança a que gostava muito de assistir por lá irem actuar algumas das minhas piquenas. E ia muitíssimo bem acompanhada com a afilhada grande mais linda do mundo.
Indecisões bem ao estilo de Domingo... pacatas e com 100% de lazer e diversão.

sábado, 9 de março de 2013

Cansaço feliz

Manhã de trabalho, tarde de limpezas em casa e noite de festa de aniversário do Zé e do Xoxa.
O trabalho foi intenso (e, por isso, fantástico!), as limpezas foram meticulosas e a festa de aniversário vai ser uma daquelas noites com amigos de sempre em que há tanto para recordar que eu não me consigo calar um segundo e não paro de rir.
Com este cenário parece-me que amanhã vou estar cansada de tão feliz que sou!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia da Mulher - gifts and party

J sabe que eu adoro flores e que aprecio sempre que recebo uma.
J sabe que eu fotografo sempre os ramos que recebo e que os preservo (com a infalível técnica de lacagem) por não gostar de receber prendas que depois "desapareçam".
Mas J também sabe que eu lhe disse, há anos atrás, que preferia que ele não gastasse dinheiro em ramos, que uma simples flor colhida de um qualquer jardim era, para mim, um simples, barato e igualmente agradável modo de me felicitar por alguma coisa.
J decidiu, neste dia da mulher, oferecer-me um bonsai porque, nas palavras dele, eu só disse que preferia não receber flores mas que nunca disse que não gostava de receber plantas (por norma, as deduções dele são sempre de uma lógica infalível!). 
J sabe que eu pretendo, aquando da mudança para a casa nova, ter um jardim interior de tema japonês e esta prenda, diz ele, é uma das prendas progressivas que nós tanto gostamos de oferecer um ao outro. Ou seja, oferecer algo que por si só sirva como presente mas, também, que venha a integrar um presente ainda maior.
Bonsais cá em casa já há dois, um que comprámos por ter exactamente a mesma idade que o nosso namoro (na altura estávamos nos sete anos e nove meses) e outro que foi o nosso porta-alianças no casamento (por simbolizar a eternidade e uma vez que o nosso tema de casamento foi o Japão, fazia todo o sentido e, além disso, era muito giro - a ideia foi mesmo muito elogiada pelos convidados e amigos!).
Este bonsai que hoje recebi foi o maior que alguma vez tive e adoro-o.
Obrigada, J! <3






Agora, para acabar o dia em beleza, vou jantar e sair com as amigas, na onda do girls night mas sem strips e histerias.

O poder da palavra

"O poder da palavra" é uma frase que despoleta 47229 conversas e que é tema para dar que falar durante 398403942 horas.
Mas não é sobre isso que vou falar...
Há palavras ou frases que por serem ditas por quem as disse, no momento em que foram ditas (e, até, pela maneira como foram ditas) são capazes de fazer mudar toda uma vida.
Felizmente eu ouvi, em tempos, uma frase que mudou toda a minha vida e lhe deu um rumo decidido e obstinado. Até hoje, esse rumo trouxe-me a bom porto e eu sei que é ainda apenas o início.

Keep calm and be a Woman

Gosto do Dia da Mulher como gosto de todos os dias, quer se comemore alguma coisa ou não... É apenas só mais um dia (dirão alguns e eu não deixo de concordar) mas uma vez que lhe decidiram atribuir uma efeméride eu alinho. Porque sei que somos mulheres todos os dias e que todos os dias fazemos os grandes feitos que os outros elogiam em nós mas isso não impede que o comemoremos. E porque eu acho (sempre achei) que as coisas boas devem ser comemoradas, assinaladas.
Por isso, hoje comecei o dia por enviar sms às quatro mulheres da minha vida que mais merecem ser elogiadas pelas Mulheres que são. E logo vamos todas jantar. E vai ser fantástico porque somos mulheres e é o nosso dia (como todos os outros o são e também enviamos sms's fofinhos e jantamos, certo?).
Por isso, este é só mais um dia em que somos nós mesmas, mulheres.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Excelente dia. Daqueles que correm tão bem que, mesmo ao final do dia, sentimos-nos tão completos e preenchidos que parece (ou será mesmo?) que ganhamos o triplo da energia.
Mesmo que esse seja o dia em que o primeiro-ministro anuncia que pretende reduzir o salário mínimo nacional e que se descobre que alguns produtos alimentares do Ikea contém fezes de animais!
Não sei, por experiência própria, o que é viver com o salário mínimo nacional e sentir na pele o que é andar com o dinheiro tão contado que um simples café se torna um luxo. Mas sei que não é fácil, que obriga a uma ginástica orçamental de grandes dimensões e que é assunto que provoca insónias e stress e depressões. Viver com o ordenado mínimo é coisa para matar à nascença qualquer sonho que uma pessoa tenha, por vezes uma simples semana de férias.
Juro que admiro e valorizo muito quem consegue gerir um salário mínimo durante todo um mês, quem se priva de praticamente tudo o que não sejam bens essenciais, quem se proíbe de um miminho por mínimo que seja por não ser uma prioridade.
Juro que isto me deixa bastante angustiada.
Juro também que, apesar de pacífica e tolerante, hoje me indignei ao ouvir que Passos Coelho propôs uma redução do salário mínimo nacional. Nem falo no facto de esta ser uma medida totalmente oposta aquela(s) que o mesmo senhor disse que iria implementar. Indigno-me porque isto é mais que desrespeito pelos problemas dos outros. É exigir-lhes que desafiem as leis da Matemática e consigam viver com o pouco e escasso que lhes é permitido! E isso tira-me mesmo do sério!
Juro que isto me afectou ainda mais pelo facto de ontem termos recebido a visita de um amigo que vive em Londres há três anos e que mostrou, bem por dentro e ao pormenor, com funciona um país civilizado, humano e desenvolvido.
Juro que me tira do sério o facto de olharmos para alguns dos países africanos, asiáticos e ilhas espalhadas pelo Pacífico como subdesenvolvidos quando, na verdade, estamos ao nível deles. Sim, não há (tantas ou tão boas) escolas, o sistema de saúde é o que se sabe, os apoios não existem, a sociedade tem escória... mas o que dizer do nosso país? Vão-me dizer que connosco está tudo bem? Que damos e que recebemos de volta? Que sabemos que, quem de direito, nos vai apoiar quando precisarmos? E que não temos fome, miséria, pobreza extrema? 
Percorremos o percurso inverso ao que deveríamos percorrer... e não acho que a culpa seja da crise...

quarta-feira, 6 de março de 2013

Há tanto para saber...

Eu decidi que durante este ano de 2013 os meus gastos com livros seriam destinados (com excepção para prendas) única e exclusivamente à temática da gravidez, cuidados e recomendações com recém-nascidos, desenvolvimento infantil e tudo o mais que uma pessoa começa a querer saber quando decide ter um baby.
Para tal, para além da aquisição mensal da Pais & Filhos, resolvi comprar algumas bíblias da maternidade.
Por enquanto, são estes os que já tenho cá em casa:


Parece-me que já tenho leitura para os próximos dois anos.

O que se chama...

... a uma pessoa que fica uma hora a mais no seu novo local de trabalho só para ficar a fazer listas de tudo o que precisa de fazer, comprar, adequar e organizar?
Será qualquer coisa entre o paranóico soft, o organizado e meticuloso. Ah, já sei. A essa pessoa chama-se Raquel.

Abril, eu sei que trazes águas mil, mas chega depressa!

O sucesso já é, só por si, uma excelente recompensa. Mas nós gostamos sempre de um miminho que nos relembre do quanto é bom esforçarmos-nos por algo.
Cá a casa esse mimo chegou pelas mãos do querido e não me podia deixar mais contente. É uma prenda para dois, que ambos vamos adorar. Só é pena termos que esperar por Abril... É na boa mas... quanto falta para Abril?

Rainy days are for good ideas

A chuva:
- dificulta e torna mais perigosa a condução e o circular nas estradas;
- torna os passeios escorregadios;
- transforma o meu cabelo encaracolado num afro sem estilo;
- não torna os dias propícios a grandes limpezas nem a trabalhos outside;
- atrasa consideravelmente as obras na casa nova;
- dá mais um tema às pessoas para terem conversas desinteressantes (e me aborrecerem com isso);
- faz perder chapéus de chuva;
- deprime as pessoas à minha volta de maneira generalizada (sem que isso se torne, de verdade, um problema).

A chuva faz isso tudo e, sinceramente, não me afecta.
O que me afecta é que, derivado à intempérie, os pescadores tenham que ficar em terra e não possam trazer o peixe fresco até junto de nós. E que, por causa disso, o salmão esteja a 12€/kg. E que o peixe, de uma maneira geral, fique mais caro.
Isto é o que me aborrece. 
Ainda assim, não é nada de grave e que não se ultrapasse. E tem o lado bom de me fazer puxar pela cabeça para inventar uma receita saudável para o jantar que não fique tão cara que mais compense ir ao restaurante ou comer um quilo de camarão.

P.S.: Umas argolinhas de lula salteadas com vegetais selvagens, parece bem? É que vai ser o jantar de hoje.

terça-feira, 5 de março de 2013

Chuva...

Nos anos passados, como não tinha que passar muito tempo na rua, a fuga à chuva resolvia-se com uma corrida ou uma marcha em passo super acelerado. Mas este ano, embora continue sem passar muito tempo na rua, não me safo se não comprar o belo chapéu de chuva... É que chove mesmo a sério, com pingas gordas e muitas. Muitas.
Tenho um chapéu de chuva giríssimo da Agatha Ruiz de la Prada que comprei há uns anos e que gosto muito por ser colorido e "matar" o cinzento do céu nos dias que correm... Acontece que, na altura, só pensei no lado prático do transporte deste ex-libris de inverno e optei por um daqueles que se encolhem e cabem perfeitamente nas minhas malas L. Dez minutos depois de o utilizar pela primeira vez percebi que um chapéu de chuva se quer enorme ao quadrado.
Pois então que quinta-feira lá vou eu buscar o muito ansiado chapéu de chuva... Vi uns na Dica da Semana dos quais gostei do tamanho, em primeiro lugar, e das cores disponíveis. Custam 4.90€ e são perfeitos para mim. Tão perfeitos que acho mesmo que vou comprar dois. Ou talvez três. Para acumular stock. Assim como assim, o mais provável é que me durem o resto da vida... e por "resto da vida" quero dizer "a próxima vez que me esquecer dele em qualquer lado".

A minha insónia crónica ou O Calvin que há em mim

Ele diz que eu não ligo ao que ele diz. Mas eu ligo. E não só ligo ao que ele diz como até tenho ideias magníficas derivado do que ele diz.
Ele não sabe nem sonha qual foi a ideia que tive. Mas vai adorar! E eu já ando a adorar estar a prepará-la.

Ontem, ao deitar:
Eu (em posição Tom Sawyer)
Ele: Não queres adormecer?
Eu: Só depois de acabar de pensar.
Ele: ........... (murmurou qualquer coisa que eu interpretei como se fosse um "Se os nossos filhos sairem a ti estamos tão tramados!!)

segunda-feira, 4 de março de 2013

E porque falei em preconceitos no post anterior veio-me à ideia o lookbook de apresentação de algumas peças da nova colecção PV 2013 da Desigual.
É que o mesmo começa com a imagem de duas raparigas a beijarem-se.
Pode haver coisa mais Desigualmente interessante e arrojada? (Bem, poder até pode mas a malta da Desigual sabe que abusar só mesmo nos estampados e nas texturas).
Bem esgalhado, Desigual!

Chineleiras... you assholes!

Novo trabalho, a mesma conclusão de sempre: a raça das chineleiras não está em vias de extinção...
Eu não digo que isso não mexe comigo no sentido de me deixar perplexa com a tamanha lata de certas pessoas... porque mexe. Mas não é isso que me tira a pica para abraçar com firmeza os novos desafios, sem olhar a juízos de valor mesquinhos e ideias preconceituosas

domingo, 3 de março de 2013

Love yoooouuuuuu!

Amar alguém é estar cheio de fome e ter que esperar e ainda aguentar uma viagem até Coimbra para, finalmente, comer O risotto de frutos do mar!

P.S.: Amar alguém é, também, correr todo um shopping atrás da amada em busca de uma mala que imaginou mas nunca viu à venda em loja nenhuma.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Adoro a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.

Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova. Adoro a casa nova.

Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.

Adoro a casa nova. Estou deserta para ir para a casa nova.

Love is a foolish game

O que nos rimos quando o J decide imitar-me e eu faço gestos e digo coisas que quero que ele me faça e diga... Um momento lindo de ternura e cumplicidade que recordo ao pormenor num cantinho especial do meu pensamento.
O amor é dos tolos!